| .
Era
um jogo de futebol entre a Seleção Brasileira e a Seleção Francesa.
De repente o árbitro marca uma falta na entrada da área, a favor do Brasil.
Roberto Carlos vai marcar a falta e a barreira formada põe-se toda de
costas para a bola.
- Vocês vão ficar de costas para a bola? - pergunta o árbitro, estranhando
a atitude.
- Claro! - justifica um dos jogadores. - O senhor acha que nós vamos perder
um "golaço" desses?
.
Era
um jogador de futebol, que nunca na vida tinha perdido um penalty, devido
aos grandes efeitos que ele transmitia à bola. Devido a esse fato, era
sempre chamado para cobrar as penalidades.
Um dia, num jogo importante, há um penalty, ele é chamado a cobrar, e
o goleiro adversário consegue agarrar a bola. Os colegas todos foram logo
ter com ele, para saber o que se passava.
Ele responde: - Esperem até ele bater com a bola no chão.
.
Está o Vale Tudo a confessar-se, sozinho na Igreja e ajoelhado perante
um enorme crucifixo, diz:
- Pai, perdoa-me porque não paguei as minhas dívidas...
- Dá graças a Deus - disse uma Voz vinda do alto.
O Vale Tudo fica estranhado com a resposta, mas continua a confissão:
- Não paguei os ordenados aos jogadores...
E a Voz outra vez: - Dá graças a Deus.
O homem fica agora ainda mais admirado, mas continua: - Por minha culpa
os hoquistas e basquetebolistas passaram fome.
- Dá graças a Deus.
- Enganei os sócios, prometi-lhes campeonatos e não ganhamos nada.
- Dá graças a Deus.
- Comprei jogadores e não os paguei...
- Dá graças a Deus.
A esta altura já o Vale Tudo não suporta mais e exclama: - Meu Deus! Mas
o que é isto? Eu conto-te os meus pecados e tu dizes "graças a Deus"?
Então quer dizer que eu fiz bem em pecar?
- Não é isso, meu grande estúpido! Dá graças a Deus por eu estar aqui
pregado nesta cruz, senão ia aí abaixo e rebentava-te todo, meu desgraçado!
.
O advogado de acusação pergunta ao arguido: - O senhor matou a vítima?
- Não, eu não sou o assassino.
- O senhor sabe da pena por perjúrio?
- Sei, sim. É muito menor do que a do assassinato
.
Um sujeito entra num restaurante e pede um bife. Espera alguns minutos
e finalmente o empregado aparece, com o dedo dentro do prato a segurar
o bife.
- Por que é que segura o bife com a mão?
- Para que o bife não caia no chão novamente.
.
O Inverno estava rigoroso: - Eh pá! Tenho tido tanto frio de noite! Brrrrr...
- Faz como eu! Compra uma botija de água quente! Compras ali na farmácia.
Mais tarde, na farmácia: - Boas! Quero uma botija de água quente.
- Desculpe, mas com este frio vendi todas. Mas se tem um gatinho também
serve, ponha-o na cama que resulta.
No outro dia aparece o homem, todo arranhado: - Dê-me mercúrio para estas
feridas.
- Mas que lhe aconteceu?
- Meti o gato na cama como me disse. Abrir a boca ainda consegui, mas
quando foi para o encher de água quente é que foram elas!
.
Uma senhora entra numa drogaria da província e pede: - Uma ratoeira, se
faz favor. Mas depressa. Tenho de apanhar o comboio.
O empregado, muito calmo: - Assim tão grande não temos.
.
Um astronauta e dois macacos saem em missão espacial. Do centro de controlo
na Terra, o responsável pela missão dá algumas ordens aos tripulantes:
- Macaco 1, segue a rota XPTO de acordo com as coordenadas estabelecidas.
- Macaco 2, qual a situação da nave?
- Zé ... - Já sei, dou de comer aos macacos e não mexo em nada - responde
o Zé.
.
Duas
amigas encontraram-se depois de algum tempo sem se verem:
- Queerida! Há quantos séculos!
- Jooia! Sabes, tive um rebento!
- Ai sim, e como se chama?
- Sonasol.
- Eu também tenho uma filha. Chamei-lhe Maria.
- Aaaai, credo, isso não é nome de bolacha?
.
Um homem estava a fazer turismo no Chile. Num dos passeios os turistas
foram visitar o templo do índio com a melhor memória do mundo.
Havia uma enorme fila mas o homem queria ver se a memória do índio era
mesmo boa!
Nessa fila cada pessoa podia fazer uma pergunta qualquer para o índio,
que ele responderia.
O homem esperou pacientemente, pagou os 10 dólares e fez a sua pergunta:
- O que comeu no café da manhã do dia 2 de maio de 1937? (o índio tinha
98 anos)
- Ovos! Respondeu o índio sem pensar. Claro que o homem ficou sem acreditar,
pois como saberia se era verdade? Mas como era apenas UMA pergunta, foi-se
embora com a certeza que fora enganado.
50 anos depois o homem estava passeando nas ruas de Nova Iorque quando
viu sentado na calçada o mesmo índio. Sem acreditar nos seus olhos (pois
o índio já devia ter uns 140 anos), ele perguntou:
- Mas como?
E o índio, mais uma vez sem titubiar:
- Cozidos! |