Manuel
veio ao Brasil e encontrou um amigo brasileiro:
- o que andas fazendo aqui nesta terra maravilhosa?
- estudo lógica, respondeu o brasileiro.
- o que vem a ser isso?
- vou dar um exemplo. Você tem aquário em casa?
- tenho sim, respondeu o portugues.
- então, logicamente você tem filhos, e logicamente você
é casado, e logicamente você tem uma mulher e então,
logicamente, você não é viado. Entendeu?
- claro.
Tempos depois o portugues, já de volta à Portugal, encontrou
um amigo portugues, que lhe perguntou:
- o que aprendeu de bom lá no Brasil?
- estudei lógica, respondeu Manuel, quer ver? Você tem
aquário?
- não, respondeu seu amigo.
- então, logicamente você é viado.
.
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
.
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
Joaquim
e Manoel eram dois grandes amigos em Portugal.
Joaquim, veio para o Brasil tentar a sorte em algum trabalho e comprou
um burro o qual lhe rendia uns bons trocados com transportes em geral.
Joaquim ligou para Manoel e pediu que este viesse para fazer o mesmo.
Manoel chegou, comprou outro burro e começou também
a trabalhar da mesma forma que Joaquim.
No final da tarde eles resolveram identificar qual burro era de um
e de outro.
Joaquim, eu vou cortar uma das orelhas do meu burro e ficará
assim identificado o meu, tudo bem?
A noite alguns moleques cortaram a orelha do outro burro também
e de manhã os dois burros estavam com uma das orelhas cortada.
Resolveram cortar a outra orelha de um dos burros para identificá-lo.
Do mesmo modo os moleques fizeram com o burro que estava com apenas
uma orelha.
De manhã novamente o mesmo problema. Os dois burros com as
duas orelhas cortadas.
Resolveram então cortar o rabo de um dos burros para identificar.Mais
uma vez os moleques cortaram o rabo do outro burro.
De manhã Joaquim já de saco-cheio deste corta-corta
disse:
-Manoel, vamos fazer o seguinte: o branco é o meu e o preto
é o seu.
.
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
.
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
Depois
de dez dias no mar, sofrendo o diabo num porão de terceira
classe de um cargueiro, Manoel e Joaquim finalmente chegam ao porto
do Rio de Janeiro. Cansados, sujos, com fome, descem a terra e conferem
as economias : 3 míseros dólares. Mesmo assim, Manoel
resolve fazer compras.
Volta meia hora depois, todo feliz, com uma caixa de MODESS nas mãos.
- Você enlouqueceu homem! O que é que vamos fazer com
isso? - pergunta exasperado Joaquim.
- Louco estás tu homem! - responde Manoel - está escrito
cá na caixinha que com isso a gente pode nadar, jogar tênis,
andar a cavalo, ir a praia ... queres vida melhor?
.
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
.
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
Márcia
era uma mulher com uns peitos maravilhosos. Estava amamentando seu
filho de colo na cozinha, quando Manuel, o bombeiro que consertava
a pia começou a chorar.
- O que houve?
- É que estoi a veire a senhora amamentando esta criança,
e me lembro de quando eu era criança, um menor carente, sem
mãe.
A mulher se apiedou do portugues, e deu o outro peito para ele mamar.
Ele ficou muito feliz e se serviu.
A mulher ficou super excitada e então perguntou:
- E aí, não vai querer mais nada? Te dou tudo o que
você quiser ...
E o portugues respondeu:
- Se a senhora tiver uns bicoitinhos, eu agradeço.
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
- Quero me desquitar, doutor
- Pois não, diz o advogado. - Qual o motivo?
- Adultério e Gozação.
- Por adultério eu posso pedir o desquite, mas não por
gozação
- Vou lhe contar a minha história, e o sr vai me dar razão
- Pode contar.
- Eu ia viajar e quando cheguei no aeroporto, percebi que estava sem
as passagens. Quando cheguei em casa, peguei minha mulher na cama
com outro. Sabe o que ela falou?: "Oi amor, aproveita que você
está aí, pega aquele banquinho, senta e fica olhando,
pra ver se você aprende como é que se trepa!"
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
Uma família estava passando as férias em Portugal. Foram
com o carro da família, um Audi A4 novinho em folha. E lá
vinha o Audi a 150/180 Km/h na estrada quando de repente se vê
lá na frente um guarda fazendo sinal para parar. Estacionam
o carro e o guarda anuncia:
- O senhor esta multado !
- Ora, seu guarda, as placas indicavam que a velocidade máxima
podia alcançar os 200Km/h. Eu só estava a 180 Km/h.
- Mas nao é por isso que estou a multaire, ora pois! É
que seu carro é um Audi A4 e tu estas a levaire 5 pessoas !
- Mas eu não acredito ! Esse carro pode trafegar com 5 passageiros.
O que o senhor esta me dizendo é um absurdo !
- Olhe, cidadão, se o seu carro é um Audi A4, só
pode trafegar com 4 passageiros.
- Tá bom. Eu não quero ficar discutindo com o senhor.
Será que tem por aí algum superior seu ?
- Tem sim, só um minutinho.
E o guarda foi chamar o tenente:
- O tenente ! Será que o senhor poderia vir aqui?
- Aguarde um instante, soldado. Agora estou a resolveire o caso desses
dois sujeitos aqui do Uno.
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
P: Como português imita viado?
R: Dando a bunda
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
O português vai até seu chefe (português também):
- Chefe, nossos arquivos estão abarrotados. Será que
nos não poderíamos jogar fora as pastas e documentos
com mais de vinte anos???
- Ótima idéia! Mas antes tire uma cópia de tudo.
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
Um português telefona para o redator do Livro do Records e comunica:
- Eu acabo de resolver um quebra-cabeças de 3000 pecas.
- Mas isto não e tão especial", comenta o redator,
meio confuso. E o português continua:
- Mas eu o resolvi em apenas uma semana.
- Isto também não e tão difícil de se
fazer, responde o homem do Guinness.
- Claro que é, meu amigo - diz o português já
bravo - na caixa está escrito de 3 a 5 anos!
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
A vendedora pergunta a jovem cliente (portuguesa) que tenta comprar
um espelho:
- Tem que ser um espelho de mão, senhorita?
E a portuguesa:
- Não. Eu gostaria de poder ver a minha face.
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
Um turista brasileiro pega uma rodovia em Portugal com destino a Madri.
Em dúvida, ainda perto de Lisboa pergunta a um sujeito num
posto de gasolina:
- Esta estrada vai para a Espanha?
- Oh raios!!! Não sei, mas se for vai fazer muita falta!
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
O Manoelzinho chega para o pai e pediu:
- Papai, deixa eu ir na rua para ver o eclipse?
O português coçou o bigode, olhou bem para o filho e,
com um ar autoritário, disse:
- Esta bem, mas não chegue muito perto...
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
Recebendo o diplomata português na corte, a rainha Elizabeth,
da Inglaterra, convidou-o para dar uma volta pelas ruas de Londres
numa carruagem real. De repente, um dos cavalos solta um tremendo
pum. A rainha, perde completamente o rebolado, fica toda sem graça
e diz:
- Peço mil perdões, mister Antunes... Não sei
como isso pôde acontecer. E o diplomata lusitano, com boas maneiras:
- Não há de que, Majestade... Eu até pensei que
tivesse sido o cavalo !
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
O português estava doente e foi ao médico. Este colocou
o estetoscópio nas costas ele e ordenou:
- Seu Manoel, fala três vezes 33!
E o português nada... o médico ordenou novamente:
- Fala três vezes 33!
O Manoel quieto. O médico ficou irritado e disse:
- Vamos, seu Manoel! Fala três vezes 33!
O Manoel, fazendo um esforço enorme, respondeu:
- 99... ufa...
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
O Manuel chegou em casa de surpresa e pegou a mulher em flagrante
com o amante, na cama.
Ai, ele em pé, na porta, braços cruzados, falou:
- Quer dizer que estás a daire uma de moderninha, hein?!! Só
falta agora saire por aí a bebeire e a fumaire também!
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
O compadre Manuel vai visitar um velho navio de guerra.
Num dos compartimentos, tropeça numa placa de bronze, onde se pode
ler: "Aqui tombou o Almirante Barroso".
E comenta: - Não é de admirar. Eu também quase caí aqui!
. .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. . .
. .
Confissões
de um casal de portugueses
Maria, no leito de morte, decidiu confidenciar ao Manoel:
- "Manoel, sabes que o nosso filho mais velho não é
teu filho?"
Manoel, muito tranquilo, responde:
- "Meria, isto não tem problema algum..."
Maria, muito intrigada com toda a calma do Manoel, indaga-lhe:
- "Escuta ó Manoel!! Vê se entendes! Estou a dizer-te
que o filho não é teu!
Ó homem de Deus!!"
E Manoel novamente responde: "Pois, pois... eu entendi, ó
Meria."
- "Ai, Jisus!! Por que raios então tu não estás
azoado e ficas tão tranquilo?!?!"
Finalmente, Manoel responde:
- "Pois... sabes ó Meria, que este filho não é
tambaim teu filho?"
Maria rebate:
- "Como não é meu, ó homem de Deus? Se eu
carreguei o infeliz na minha barriga por nove meses?!"
- "Meria, lembra-te quando tu estavas na meternidade e me pediste
para trocar o menino, porque ele estava todo cagado?
Pois baim... eu o troquei por um limpinho que estava ao lado." |