PORTUGUÊS

Lá ia o Manoel pela rua e encontra o seu amigo brasileiro.
Este está lendo um livro.
- Que livro estás a ler?
- É um livro de Lógica.
- E o que é lógica? Pergunta o Português.
- É o seguinte: responde o Brasileiro procurando um exemplo.
O que você tem aí nesse saco?
- Comida para peixes. Responde o Português.
- Então, pela LÓGICA, deves ter um aquário!
- Estás certo! exclama o português.
- Se tem aquário deves ter peixes!
- Estás certo!
- Se tem peixe deves ter um filho, que fica olhando os peixes!
- Estás certo!
- Se tem um filho deve ter mulher, e teve relações sexuais com ela!
- Estás certo, opa!!!!!
- Então ... isto é LÓGICA!!!!
E o português saiu todo contente e comprou um livro de lógica para estudar também.
Andando outro dia encontrou com seu patrício, o "Joaquim", que lhe perguntou:
- Que livro estás a ler, Manuel?
- É um livro de LÓGICA! exclamou o português todo contente.
- E o que é lógica?
E o Manuel, todo professoral, disse:
- Vou te dar um exemplo, TENS AQUÁRIO?????
E o Joaquim respondeu
- Não.
- ENTÃO ÉS VIADO!!!!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Lançaram o cinema 180 graus em Portugal...foi a maior festa na entrada para a primeira sessão...
Mas no fim do filme ninguém saia, aí Manuel, o dono, foi ver e estavam todos mortos...
Fez então uma segunda sessão, e no fim também estavam todos mortos...
Tentou uma terceira, e não deu certo, todos morreram...
Ai, Manuel comentou:
-É assim não dá...vou ter que diminuir a temperatura...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tinha um primo do Manuel que há muitos anos sofria de um mal singular.
Era só tomar um gole de café e já sentia uma forte pontada no olho esquerdo.
Não havia remédio que o curasse. E olha que ele adorava café.
Até que um dia, um médico, amigo da família, o aconselhou:
- O, Joaquim! Por que não experimentas tirar a colherinha de dentro da xícara?
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

No elevador, estão o Manuel e um casal desconhecido.
De repente, nosso amigo d'além-mar solta um estrondoso pum. O outro, claro, reclama:
- O senhor não tem vergonha? Fazer isso na frente de minha mulher?
- Oh! Desculpe! Eu não sabia que era a vez dela.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O Manuel presenteia a filha moça com um casaco de pele de raposa prateada.
Satisfeitíssima, ela afaga o presente com as mãos comentando:
- Como pode uma coisa tão maravilhosa vir de um animal tão pequeno, sem aparência, totalmente insignificante...
- Alto lá! Se tu não queres me agradecer, vá lá. Mas também não precisa ofender!...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

- Comandante Joaquim! Estou a avistar uma tropa que se encaminha diretamente ao nosso forte!
- São amigos ou inimigos, sentinela Manuel?
- Olha, eu acho que são amigos. Vem todos juntos.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

- Sabes Joaquim, o doutor me disse para beber um pouco de suco de limão depois de um banho quente.
- E tu bebeste o suco de limão, Manuel?
- Que nada! Não consegui nem acabar de beber toda aquela água quente.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Manuel e Joaquim passeavam pela rua, quando encontraram uma bosta no chão:
- Manuel! Te dou 1.000 reais se tu comer essa bosta...
- Então está combinado, Joaquim...
Manuel foi lá e comeu a bosta, ganhando os 1.000 reais...
Continuaram andando quando encontraram outra bosta no chão:
- Joaquim! Agora sou eu quem te dou os 1.000 reais se tu comer essa bosta...
- Então está beleza!! - Se abaixou e comeu a bosta...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

TRIIM!!! Toca o telefone na sapataria do português e ele fala: - Alô! Casa de Calçados do Joaquim.
- Como? Casa de Calçados?! - espantou-se o rapaz do outro lado da linha...
- É sim! - confirmou o português.
- Desculpe, me enganei de número!
- Não tem problema! Traz aqui que eu troco!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O amigo do Manuel o convida:
- O gajo. Estou a lhe convidaire para a festa de quinze anos de minha filha.
- Esta bem, patrício. eu irei. Mas ficarei no máximo uns dois anos.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

- Por favor! O senhor viu alguém dobrando esta esquina, agora há pouco?
- Não, senhoire. Quando aqui cheguei, ela já estava dobrada...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

E o Manuel entra com tudo numa contramão. Dá azar e é parado por um guarda, no ato:
- Onde o senhor pensa que vai?
- Bem, seu guarda, eu estava a ire ao cinema, mas parece que me atrasei. Está todo mundo a voltaire!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O português viajava pela estrada com sua família, numa Besta quando, por excesso de velocidade é parado pelo guarda:
- Muito bem, espertinho, posso ver os documentos da Besta?
- Estão aqui, seu guarda... responde, entregando os seus documentos pessoais.
- Não, não! Eu quero ver os documentos da perua! diz o guarda
Então, o português vira-se para sua mulher e diz:
- Querida, então é com você...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ia Manuel, num vôo do Brasil para Lisboa, quando resolve ir até a cabina e pergunta ao piloto:
Onde estamos agora?
Responde o piloto: Sobre a Amazônia a 10000 metros de altura!
Diz Manual: Poxa, eu sabia que o Brasil era grande, mas não sabia que era tão alto!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Português entrou num restaurante e se dirigiu à fila. Logo veio uma moça anotar o pedido:
- Bacalhau! - pediu o galego.
E a moça perguntou:
- O senhor é português, não é?
- Estaire a dizer isso por causa do meu sotaque?
- Não senhor! É que aqui é um McDonald's!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Estavam três amigos conversando, dois brasileiros e um lusitano, sobre suas esposas. O primeiro:
- Rapaz, minha mulher endoidou! Ontem ela foi até o shopping e comprou 20 CDs.
- Vinte? Nossa, deve ter saído muito caro.
- Mas o pior de tudo é que ela é surda.
- E a minha mulher então? Comprou uma enciclopédia inteira e uns 40 livros. Só que ela é cega.
E o portuga que passou o tempo todo escutando os outros dois, falou:
- Agora que vocês estão a falaire, estou preocupado. O caso da Maria é "pióire"!
- Ué, por que? - indagou um dos outros.
- Pois estava eu a fuçar-lhe a bolsa e encontrei 20 pacotes de camisinha. E olha que ela nem tem pinto.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Um belo dia Manuel chegou em casa dizendo para Maria que agora eles iriam viver só de amor.
Foi tomar um banho e quando encontra Maria ela está pelada subindo a escada e descendo pelo corrimão.
- Oh, Maria! Que estais fazendo? - ingada Manuel.
- Ô Manuel, você não disse que iamos viver só de amor? Então, estou a esquentaire o teu jantar!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O português estava dirigindo na estrada e leu numa placa: "DEVAGAR, QUEBRA-MOLA".
Então ele acelerou o carro, passou pelo quebra mola a mil, capotou. Depois, o portuga colocou outra placa no lugar:
"RÁPIDO TAMBÉM QUEBRA!"
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Estava o português em um daqueles imensos aquários da EXPO 98, quando se depara com um japonês brincando com um peixinho. Não é que o japonês colocava o dedo num lugar do vidro do aquário e lá ia o peixinho, colocava noutro, e o peixinho, como que hipnotizado, seguia. O português muito impressionado foi lá perguntar ao japonês como é que ele conseguia aquilo. Ao que o japonês respondeu:
- Simples, mente supelior domina mente infelior, né?
Entra o intervalo comercial, e meia hora depois se retoma à cena.
Lá está o português em frente ao peixinho abrindo e fechando a boca.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O português, em viagem pelos Estados Unidos, foi a um bordel. Quando estava em cima da moça, perguntou a ela:
- Tu sentes?
E ela respondeu:
- No, ten dollars
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

No bar, os amigos contavam piadas, quando um deles disse que ia contar uma de português. O português avisou:
- Cuidado, que eu sou português.
O outro respondeu:
- Não tem problema, eu repito a piada quantas vezes você precisar para entender...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sabiam que foram os portugueses que inventaram o arco e flecha??
Pois é, mas foram os índios que resolveram lançar a flecha e não o arco...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Pois é, depois de inventarem o arco e a flecha, os portugas também inventaram o limpador de pára-brisa.
Os americanos só aperfeiçoaram: colocaram para o lado de fora.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mas também foram eles (os portugueses) que inventaram o submarino.
Os alemães só aperfeiçoaram a coisa trocando a cortiça por aço.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

E não se esqueçam da pílula para matar a sede:
Uma pílula acompanhada de 1 litro d'água.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Foram os portugueses que inventaram a xícara com DUAS asas:
Para destros e canhotos!!!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Quando o pólo-aquático chegou em Portugal, ocorreu um grande tragédia:
Logo na primeira partida todos os cavalos morreram afogados.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O português estava assistindo ao Jornal Nacional quando, de repente, uma notícia o interessou.
Falava de um cara que matou a sogra e a enterrou no chão da sala e só agora, 25 anos depois, é que descobriram.
O gajo ficou pensando muito naquilo.
- Eu também poderia matar a megera da minha sogra e enterrá-la na sala. Até descobrirem, já estarei morto, colocado que tenho 50 anos... É, acho que vou fazer isso sim, oh raios!
E armou a arapuca. Chamou a sogra para um jantar. Na primeira oportunidade, BAM!
Lenhada na cabeça da velha, que logo foi enterrada na sala. Meia hora depois, toca a campainha do portuga.
Era a polícia, que avisou:
- O senhor está preso por assassinato em primeiro grau! - e foi logo algemando-o.
- Mas, mas, mas...
- Nada de mas, vamos já para o camburão!
Na delegacia, o gajo, desconsolado, esbravejava:
- Eu ví na TV, um cara fez a mesma coisa e demorou 25 anos para ser descoberto!
Como vocês me descobriram tão rápido?
- O lance é que ele não morava no segundo andar...


Você está em um site do grupo MIG LIFE INTERNATIONAL BUSINESS
Fale conosco. Entre em contato e envie críticas e sugestões
webmaster@migbrasil.com